sábado, 27 de julho de 2013

Taylorismo

Frederick W. Taylor

Taylorismo  é uma concepção de produção, baseada em um método científico de organização do trabalho, desenvolvida pelo engenheiro americano Frederick W. Taylor (1856-1915). Em 1911, Taylor publicou “Os princípios da administração”, obra na qual expôs seu método.

A partir dessa concepção, o Taylorismo, o trabalho industrial foi fragmentado, pois cada trabalhador passou a exercer uma atividade específica no sistema industrial. A organização foi hierarquizada e sistematizada, e o tempo de produção passou a ser cronometrado.

Algumas características do Taylorismo:


- Racionalização da produção.
- Economia de mão-de-obra.
- Aumento da produtividade no trabalho.
- Corte de “gestos desnecessários de energia” e de “comportamentos supérfluos” por parte do trabalhador.
- Acabar com qualquer desperdício de tempo.

Desde então, e cada vez mais, tempo é uma mercadoria, e o trabalhador, que ”vende” sua mão-de-obra, portanto, seu tempo, tem a incumbência de cumprir com suas tarefas no menor tempo possível, para que possa produzir mais e mais.

Como pode ser observado no filme clássico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin, o trabalhador passa a efetuar movimentos repetitivos e bem elementares, com o ritmo imposto pelas máquinas, e por quem as comandava. Seus supervisores diretos cronometravam seus movimentos e observavam quais os trabalhadores otimizavam o próprio tempo, e portanto a produção.

Prêmios eram dados aos trabalhadores com melhor tempo/desempenho. Essa competição promovida pelos gerentes fez com que a velocidade da produção aumentasse cada vez mais. Taylor entendia que a hierarquização evitava a desordem predominante do tempo no qual a organização ficava por conta dos trabalhadores. Separou, dessa forma, o trabalho manual do trabalho intelectual, dividindo os funcionários entre aqueles que eram pagos para pensar de modo complexo (planejar), e aqueles que eram pagos, e mal pagos, para executar.

Dessa forma, da mão-de-obra operária, naquela época, não eram exigida a escolarização. O trabalho sistemático fazia dos trabalhadores peças descartáveis, pois peças de reposição não faltavam. Nesse sentido, era grande a economia na folha de pagamento das indústrias, pois a maioria dos trabalhadores era sem qualificação.

À direção, ou aos gerentes, cabia controlar, dirigir e vigiar os trabalhadores, impedindo inclusive qualquer conversa entre os mesmos. Aos trabalhadores só restava obedecer e produzir incessantemente.

Fordismo


Fordismo é o nome dado ao modelo de produção automobilística em massa, instituído pelo norte-americano Henry Ford. Esse método consistia em aumentar a produção através do aumento de eficiência e baixar o preço do produto, resultando no aumento das vendas que, por sua vez, iria permitir manter baixo o preço do produto.

Os primeiros automóveis surgiram na segunda metade do século XIX. No entanto, eram tão lentos na locomoção que se igualavam às carruagens. Foram os motores a combustão  desenvolvidos pelos alemães Benz e Daimler, na última década do século XIX, que incentivaram o rápido aperfeiçoamento dos automóveis.

Nesse contexto, destacam-se dois modelos de fabricação: o artesanal, de Rolls Royce, e o de construção de grandes séries, de Henry Ford; no modo artesanal, construíam-se e ajustavam-se as peças em cada carro, que compreendia num trabalho mais lento, portanto de maior qualidade, mas de alto preço. Já no Fordismo, a fabricação em série implicou na queda da qualidade dos veículos. Em contrapartida, o carro ficou mais barato, tornando-o um meio de transporte acessível às pessoas. Essa cadeia de montagem em massa se intensificou na segunda década do século XX.

A popularização do veículo particular estimulou as pesquisas para o aprimoramento e melhorias de rendimento (aumento de aceleração, velocidade, capacidade de carga) o que se traduziu no surgimento de novos problemas (freios, perfis mais aerodinâmicos, necessidade de tornar mais leve o peso. Assim, as montadoras iniciaram a corrida para oferecer novidades e captar clientes.


Quando ocorreu a crise de energia nos anos 70, houve um investimento maior das montadoras em fabricar automóveis de baixo consumo, de modo a atender a necessidade dos condutores de veículos daquela época. Na década de 80, elas introduziram o universo da eletrônica no mundo do automóvel.

O Fordismo é utilizado até hoje na fabricação de automóveis. Foi e continua sendo o único modelo de produção capaz de atender a demanda exigida pela sociedade atual. Com a crise econômica de 2008 e 2009 no sistema imobiliário dos EUA e sua conseqüência no mercado global, inúmeras montadoras sofreram uma enorme queda nas vendas e tiveram de demitir seus funcionários pela repercussão da crise também no mercado de automóveis.

A Morte na Filosofia Socrática


Para que se entenda bem o pensamento de Sócrates, é preciso estar claro que ele mesmo nunca transcreveu seus ensinamentos; eles foram, posteriormente, disseminados por seus discípulos, especialmente Platão. Assim, não é fácil distinguir o que era defendido realmente por Sócrates das ideias preconizadas por seus seguidores, pois muitas de suas lições estão mescladas aos conceitos filosóficos de Platão, Xenofonte e outros.

Sócrates foi um pensador único e distinto de todos os seus contemporâneos. Ele defendia, já naquela época, a imortalidade da alma, além de ter a clara percepção de que havia sido imbuído por Apolo, um dos principais deuses da mitologia greco-romana, de um compromisso muito especial, a disseminação da máxima desta divindade, ‘conhece-te a ti mesmo’.

E a conclusão a que chega nesta busca é que o ser humano é um espírito encarnado, ou seja, uma entidade espiritual que vive por algum tempo na matéria. Anteriormente a este estágio, a alma vivia no mundo das verdades eternas, cultivando a realidade autêntica, a prática do bem e o belo. O Homem teria se distanciado destes ideais ao renascer e, recordando estes tempos, ele sente de forma mais ou menos acentuada a necessidade de retornar ao mundo que conheceu.



No mundo físico a alma normalmente se conturba e fica perdida, pois está agora vinculada a objetos perecíveis. Mas, quando se volta para si mesma, vislumbra novamente as ideias puras, eternas e imortais que outrora conhecera. Neste momento suas angústias desaparecem, é quando o espírito atinge o que se conhece como sabedoria. Daí a importância do autoconhecimento.

A morte é fundamental para Sócrates, porque permite que a alma se distancie novamente da matéria orgânica e, na esfera essencial, alcance o verdadeiro conhecimento; só então o ser será livre para atingir o saber em sua forma mais pura. Ele acredita que, por este motivo, os filósofos genuínos estão prontos para morrer, pois desejam, mais que ninguém, conhecer a essência da existência.

Depois da morte, o Homem é guiado pelo gênio ou daimon que lhe orientara durante o estágio material, na direção do Hades, o reino dos mortos, onde ele será submetido ao necessário julgamento. Os espíritos aí estagiam durante algum tempo e, posteriormente, renascem mais uma vez no corpo físico.
O filósofo não acredita que a alma possa se confundir no nada após a morte, porque isso seria rejeitar completamente todas as obrigações e deveres morais de que o ser humano se reveste e, portanto, um incentivo ao exercício do mal, pois o indivíduo sairia impune de suas práticas imorais.

Assim, somente os que exercem a virtude nada têm a temer da vida que continua depois da morte; quanto aos que cultivaram os vícios, colherão do outro lado o que plantaram durante a existência na matéria. Isto é uma consequência de outra crença de Sócrates, a de que os seres que conviveram na Terra se reencontram após morrerem e se recordam dos laços que cultivaram, sejam eles de amizade, amor e fidelidade, ou de ódio, adversidade e traição.


sexta-feira, 26 de julho de 2013

A obra de Teilhard De Chardin

O jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês Pierre de Teilhard de Chardin nasceu na comuna de Orcines, no dia 1 de maio de 1881. Ele tentou, em sua época, realizar um feito então quase impossível, e até hoje difícil de se concretizar, conciliar as visões científica e teológica por meio de suas publicações.

Este empreendimento, porém, custou-lhe incompreensão e intolerância de ambas as partes, pois nem a ciência via com bons olhos seus escritos, acusando-o de defender um ponto de vista místico, assim como a instituição católica o discriminava, impedindo-o de dar aulas e de lançar seus trabalhos teológicos.

Chardin constituiu sua espiritualidade a partir dos ensinamentos de Inácio de Loyola na ordem que escolheu para seguir o sacerdócio, e esta escolha marcaria essencialmente sua forma de interagir com a era moderna. Mas o núcleo de sua teologia seria definido por seu encontro com a mística desenvolvida por Paulo de Tarso, estruturada em torno do ‘ser em Cristo’ e do Messias cósmico. Através deste discurso pauliniano ele constrói seu próprio mistério cristão.

Teilhard De Chardin
A árdua trilha percorrida por Teilhard passa necessariamente por essas referências teológicas; somente com este instrumental ele pode enfrentar o inóspito território pós-moderno em sua procura de Deus. Sua formação científica no campo da geo paleontologia lhe fornecia as bases fundamentais para a compreensão do desenvolvimento planetário e da humanidade.

Por outro lado, sua vivência religiosa lhe propiciava a clara ciência de que é imprescindível a construção de uma espécie de meta cristianismo, pois esta esfera cumpriria seu papel nos esforços para a preservação do Planeta e do ser humano. Ele via a evolução como um processo que se desenrola desde o estágio caótico do Universo até a emersão da consciência humana no Globo terrestre, a qual precede o momento da Noogênese, quando todos os pensamentos irradiados por uma mente humana desenvolvida constituirão uma tessitura inteligente única. Neste momento um estrato a mais envolverá o Planeta, a Noosfera.

Para Teilhard, um fio condutor interior à matéria conduz este mecanismo evolutivo rumo a um centro de convergência: o Ponto Ômega. Neste sentido, pode-se dizer que seu pensamento é panenteísta, já que ele crê em todo o Cosmos abrigado em Deus, mas a divindade transcende tudo que engloba, sem, porém, se despojar do sentido de unidade. Esta concepção difere, em alguns pontos, do Panteísmo, filosofia segundo a qual o Criador e o Universo se ajustam completamente.

A teoria de Teilhard é elaborada justamente sobre o ponto em que se cruzam o ancestral cosmo logismo e a concepção contemporânea de fenômeno. Ou seja, o Universo de Galileu se desnuda diante de todos que desejam desvendar seus códigos, mas isso não é possível sem a contribuição do pensamento científico da modernidade, o qual passa necessariamente pelo âmbito empírico, instrumento essencial para se decifrar a Natureza. Assim, lado a lado vê-se o mundo enquanto evento fenomênico e a Ciência como chave do entendimento deste universo.

Evolução das Armas


SÉCULO XIII
Os primeiros canhões eram dispositivos rudimentares, feitos de madeira e reforçados com cintas de ferro. Um século depois, apareceram os modelos de metal fundido, mais seguros, que mudaram a história das guerras
SÉCULO XVI
A primeira arma de fogo portátil, o mosquete, era muito pesada (10 quilos) e difícil de recarregar: o soldado precisava introduzir o pavio e a bala pela boca do cano. Como a operação demorava alguns minutos, depois do primeiro tiro era muito mais fácil usar a espada. Mas a pistola não demorou a ser inventada, a partir de um mosquete reduzido. Ela passou, então, a ser usada nas guerras, como arma reserva, o último recurso de defesa em situações de emergência
SÉCULO XVII
O fuzil de pederneira aposentou definitivamente o mosquete, pois tinha alcance muito maior e pontaria bem mais precisa. Com ele, um soldado bem treinado conseguia atirar duas ou três vezes por minuto - mas ainda precisava carregar pólvora e balas em um saquinho
SÉCULO XVIII
O fuzil de retrocarga tornou o recarregamento muito mais rápido e seguro: pela culatra (a traseira da arma), colocava-se um cartucho que já unia bala e pólvora num único dispositivo. Assim, passou a ser possível disparar até sete tiros por minuto
SÉCULO XIX
O revólver, patenteado em 1835 pelo americano Samuel Colt, introduziu o tambor giratório, capaz de disparar vários tiros apenas pressionando o gatilho seguidamente. Os calibres .38 e .45 foram adotados pelos exércitos no começo do século XX - mas, uma década depois já eram substituídos pelas pistolas automáticas
A metralhadora, inventada pelo inglês Hiram Maxim em 1884, trouxe outra grande vantagem: a saraivada rápida e automática enquanto o gatilho permanecer pressionado. Da Primeira Guerra Mundial em diante foi adotada por todos os exércitos
SÉCULO XX
O fuzil de assalto pode tanto funcionar automaticamente quanto disparar rajadas de três tiros a cada aperto no gatilho. Hoje, é a arma de infantaria mais usada pelos exércitos. Os mais comuns são o Colt M 16 (americano) e o Kalashnikov AK 47 (russo): há quase 50 milhões deles no mundo
A submetralhadora, ou metralhadora de mão, se popularizou na Segunda Guerra Mundial, por ser muito mais eficiente para tiros à queima-roupa até 150 metros de distância. As mais modernas, como a famosa Uzi israelense, disparam até 600 tiros por minuto. As primeiras pistolas automáticas já haviam surgido no final do século XIX, mas só emplacaram em modelos muito mais modernos, como a Beretta M9. Criadas na década de 80, essas armas têm capacidade para saraivadas de 15 tiros

Adaptado

Evolução das Cidades

Ürgüp, a Cidade Pré-Histórica.

Os mais antigos registros arqueológicos encontrados de ruínas de cidades remontam à Revolução Neolítca, por volta de 4.000 a 3.000 a.C.. A constituição das cidades na Antiguidade tinha por objetivo ser centro de comércio e/ou também como fortificações de guerra contra inimigos.

Percebe-se nas cidades do período o início da divisão do trabalho e a utilização de meios de troca, como conchas e pedras semipreciososas, no comércio. As cidades surgiram inicialmente como pequenas aldeias às margens de rios, e com o crescimento populacional e das atividades passaram a constituir cidades mais complexas. Os principais locais de surgimento das cidades foram ao longo dos vales dos rios Tigres e Eufrates, na Mesopotâmia; do Nilo, no Egito, entre outros.

De maior complexidade de atividades, foi necessário criar Estados para a defesa militar e a construção de grandes obras (de irrigação, templos, canais etc.), em um processo de formação das civilizações - termo relacionado aos povos que vivem em cidades.


Entretanto, o caso de maior notoriedade de uma cidade da Antiguidade é Roma. A partir da República, os romanos expandiram-se por toda a Europa e grande parte da Ásia, dominando econômica, militar e culturalmente por séculos essas regiões. Curiosamente, é a partir do declínio do Império Romano que se vê a perda de importância das cidades no ocidente europeu. Com as invasões dos povos bárbaros e a destruição que inicialmente acarretaram, os habitantes destes locais se viram forçados a irem para o campo atrás de refúgio e segurança em terras de latifundiários. Da criação de comunidades nestes latifúndios verificou-se a formação dos feudos, que deram o caráter rural ao período medieval.

A ruralização da região teve como consequência a descentralização política e a diminuição drástica do comércio existente. Porém, em outras regiões, algumas cidades mantiveram um papel de relevo. Constantinopla (Bizâncio) era a capital do Império Romano do Oriente e substituiu Roma em importância e desenvolvimento, tornando-se centro comercial e urbano da Europa, convergindo para ela caravanas de diversas regiões. Na América pré-colombiana, podemos destacar as cidades de Cuzco e Machu Picchu, no Peru e a antiga cidade de Tenochititlan, onde hoje se localiza a cidade do México.

No final da Idade Média, com o renascimento comercial e urbano no interior do continente europeu, as cidades voltaram a se desenvolver – agora a partir dos burgos –, como centros comerciais e culturais, além de verem desenvolver o capitalismo industrial. 

O desenvolvimento verificado durante o capitalismo criou metrópoles e megalópoles, sendo as primeiras grandes cidades de importância nacional e regional, e as segundas, espaços de união de metrópoles. No ano 2000 metade da população mundial vivia em cidades, e a ONU projeta para o ano de 2050 a existência de dois terços de população urbana.

Adaptado

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

O que ficou conhecido na posteridade como as “Sete Maravilhas do Mundo” foi um conjunto de obras feitas pelo homem, que foram nomeadas e listadas pelos gregos com o intuito de apresentar “as sete coisas dignas de serem vistas”.  As obras se distinguiam por sua beleza, grandeza, suntuosidade e magnitude.

Mesmo que tenham sido os gregos a listar as "Ta hepta Thaemata", como eles as chamavam, apenas uma se localizava na Grécia, a “Estátua de Zeus”, as demais estavam em outras localidades. O Colosso de Rodhes, na Ásia Menor; o Templo de Ártemis e o Mausoléu de Helicarnasso, em Éfeso; As Pirâmides de Gizé e o Farol de Alexandria, no Egito; e Os Jardins Suspensos da Babilônia, na atual Iraque.

Vamos conhecer um pouco mais acerca destas maravilhas:


O Colosso de Rhodes
O Colosso de Rhodes era uma estátua de bronze de 33 metros, construída na Grécia, por volta de 300 a.C.,  para homenagear o deus Hélios (deus do Sol) devido ao auxílio na vitória sobre o exército de Demétrio Pollorcetes. A estátua permaneceu de pé durante 50 anos, quando foi destruída por um terremoto que assolou a cidade de Rhodes em 226 a.C.




Jardins Suspensos da Babilônia
Supostamente criado pelo rei Nabucodonosor em 605 a.C. para presentear sua esposa, a rainha Amyitis, na cidade da Babilônia, na Mesopotâmia, os Jardins Suspensos consistiam em uma estrutura arquitetônica de terraços que continham uma infinidade de espécies de fauna e flora. Não se sabe ao certo se existiram os Jardins Suspensos da Babilônia, entretanto, escavações arqueológicas realizadas no século XIX encontraram possíveis indícios de sua existência.





A Estátua de Zeus
Medindo de 10 a 15 metros de altura e localizada no templo de Olímpia na Grécia, a estátua foi construída em ouro e marfim durante oito anos, por volta de 450 a.C. O escultor Phídias representou Zeus sentado em seu trono, indicando sua superioridade sobre os demais deuses do panteão grego. A estátua foi destruída em um incêndio em Constantinopla, atual Istambul, por volta de 470 d. C.




O templo de Ártemis
O Templo à deusa Ártemis, de Éfeso (atual Turquia), foi construído, reconstruído e aumentado várias vezes durante séculos, até que, por volta de 262 d.C., foi destruído durante a invasão bárbara dos godos. Possíveis vestígios podem ser encontrados hoje no Museu Britânico.



O Mausoléu de Halicarnasso
Construído por volta de 350 a.C., a mando da rainha Artemísia, com o intuito de abrigar os restos mortais do seu esposo e irmão, o rei Mausolo, o mausoléu também se localizava na Turquia. Foi destruído por volta do século XV por constantes terremotos e seus restos foram utilizados em outras construções.



A Grande Pirâmide de Gizé
Construída pelos egípcios há cerca de 4.500 anos, é a única maravilha antiga ainda existente. Construída por volta de 2.500 a.C. como monumento funerário ao Rei Queóps, ela é a maior das três pirâmides de Gizé. Segundo o historiador grego Heródoto, 100.000 homens trabalharam durante 20 anos na construção da pirâmide. Sua construção revela um grande conhecimento de geografia, astronomia, geologia, matemática e outras ciências por parte dos construtores egípcios.

Pirâmide de Gizé




Farol de Alexandria
Feito de mármore e argamassa, o farol foi construído pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnido, por volta de 250 a.C., para orientar os marinheiros em suas viagens noturnas. Resistiu a vários terremotos, mas começou a ruir por volta do século IV.