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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Evolução das Armas


SÉCULO XIII
Os primeiros canhões eram dispositivos rudimentares, feitos de madeira e reforçados com cintas de ferro. Um século depois, apareceram os modelos de metal fundido, mais seguros, que mudaram a história das guerras
SÉCULO XVI
A primeira arma de fogo portátil, o mosquete, era muito pesada (10 quilos) e difícil de recarregar: o soldado precisava introduzir o pavio e a bala pela boca do cano. Como a operação demorava alguns minutos, depois do primeiro tiro era muito mais fácil usar a espada. Mas a pistola não demorou a ser inventada, a partir de um mosquete reduzido. Ela passou, então, a ser usada nas guerras, como arma reserva, o último recurso de defesa em situações de emergência
SÉCULO XVII
O fuzil de pederneira aposentou definitivamente o mosquete, pois tinha alcance muito maior e pontaria bem mais precisa. Com ele, um soldado bem treinado conseguia atirar duas ou três vezes por minuto - mas ainda precisava carregar pólvora e balas em um saquinho
SÉCULO XVIII
O fuzil de retrocarga tornou o recarregamento muito mais rápido e seguro: pela culatra (a traseira da arma), colocava-se um cartucho que já unia bala e pólvora num único dispositivo. Assim, passou a ser possível disparar até sete tiros por minuto
SÉCULO XIX
O revólver, patenteado em 1835 pelo americano Samuel Colt, introduziu o tambor giratório, capaz de disparar vários tiros apenas pressionando o gatilho seguidamente. Os calibres .38 e .45 foram adotados pelos exércitos no começo do século XX - mas, uma década depois já eram substituídos pelas pistolas automáticas
A metralhadora, inventada pelo inglês Hiram Maxim em 1884, trouxe outra grande vantagem: a saraivada rápida e automática enquanto o gatilho permanecer pressionado. Da Primeira Guerra Mundial em diante foi adotada por todos os exércitos
SÉCULO XX
O fuzil de assalto pode tanto funcionar automaticamente quanto disparar rajadas de três tiros a cada aperto no gatilho. Hoje, é a arma de infantaria mais usada pelos exércitos. Os mais comuns são o Colt M 16 (americano) e o Kalashnikov AK 47 (russo): há quase 50 milhões deles no mundo
A submetralhadora, ou metralhadora de mão, se popularizou na Segunda Guerra Mundial, por ser muito mais eficiente para tiros à queima-roupa até 150 metros de distância. As mais modernas, como a famosa Uzi israelense, disparam até 600 tiros por minuto. As primeiras pistolas automáticas já haviam surgido no final do século XIX, mas só emplacaram em modelos muito mais modernos, como a Beretta M9. Criadas na década de 80, essas armas têm capacidade para saraivadas de 15 tiros

Adaptado

quinta-feira, 25 de julho de 2013

A Guerra de Tróia


Segundo arqueólogos, Tróia ou Ílion, como era conhecida, existiu de 2.250 a.C. até aproximadamente 1250 a.C., quando foi destruída pelos gregos. Localizava-se na colina Hissarlik na Turquia. O motivo ao certo, não se sabe. Alguns historiadores acreditam que a Guerra de Tróia, ocorreu pelo interesse nos tesouros do Rei “Priamo”, mas supõe-se que a cobrança de tributos aos barcos que vinham do Negro em direção à Grécia, também pode ter sido uma das causas.

Segundo a Lenda, Helena (a mulher mais linda do mundo que era filha de Zeus, era casada com Menelau (Rei de Esparta). Numa dessas reuniões imperiais, conheceu Páris (Príncipe de Tróia) e se apaixonou por ele, fugindo com o amante, abandonou seu marido que ficou furioso.



Menelau, traído, reuniu os ex-pretendentes de sua esposa que haviam prometido sempre protegê-la e resolveu atacar Tróia, numa aventura que durou dez anos, custando a vida de vários guerreiros famosos da história, como Pátroclo, Ajax, Heitor, Aquiles, Ulisses, Príamo, Agamenon e Páris. A história é repleta de fatos isolados provocados pela ira dos Deuses e Deusas que facilitavam e ao mesmo tempo, dificultavam o acesso à Tróia, segundo os seus interesses. Muitos navios foram destruídos, diminuindo a quantidade de soldados.





Os homens ficaram durante anos, acampados nas proximidades de Tróia esperando o melhor momento para o ataque. Após várias tentativas sem sucesso, Ulisses, que era um estrategista, deu a idéia de oferecer ao Rei um presente. Um gigantesco cavalo de madeira que passaria pelos portões de Tróia.

 O Rei baixou sua guarda e recebeu o Cavalo sem saber, que no seu interior, estavam os soldados prontos para o ataque. Durante a madrugada, os soldados saíram do seu interior e abriram as portas do reino para os demais soldados prontos para destruir Tróia.

E foi assim que os “Aqueus” (antigos gregos), venceram os Troianos. Helena foi recuperada pelo marido e levada de volta a Tróia, onde permaneceu até o final dos seus dias. Esta história se popularizou através dos poemas épicos atribuídos a Homero – Ilíada e Odisséia. Segundo a tradição histórica e literária, Homero teria vivido por volta do século VIII a.C. e referia-se em seus poemas épicos a episódios que teriam ocorrido cerca de 400 anos antes, por volta do século XII a.C.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Armas e armaduras da Idade Média

 Quais eram as tecnologias de guerra utilizadas durante a Idade Média? Primeiramente, o cavaleiro medieval utilizava uma roupa de linho ou lã que servia como roupa também. O conjunto era dotado de uma túnica e uma calça que tinha suas pontas amarradas por um fio. Por cima da túnica, uma camisa mais resistente era acolchoada com lã ou pelo de cavalo. 

Passada essa primeira leva de panos, o cavaleiro medieval utilizava uma malha de aço tecida com pequeninos aros que dificultavam a penetração de objetos pontiagudos, como as flechas. Só depois disso que as placas de ferro que compõe a armadura eram colocadas uma a uma. Na maioria dos casos, a armadura era feita sob medida para que os movimentos do guerreiro não ficassem limitados.

No topo da cabeça, os guerreiros medievais levavam um elmo também fabricado com placas de metal finas e resistentes. Para amortecer o peso dos golpes deferidos pelo oponente, esse elmo possuía um revestimento interno de couro que poderia amenizar o impacto das pancadas na cabeça. Nas mãos, havia uma espécie de luva de metal conhecida como manopla, que era montada por meio do encaixe de rebites e facilitava o manuseio das armas.




Entre as armas utilizadas por um combatente medieval, podemos primeiramente destacar o uso da maça. Com uma de suas extremidades mais pesada e composta por estruturas pontiagudas, essa arma poderia danificar as placas de metal da armadura de um inimigo. Além disso, devemos destacar o costumeiro uso das espadas, que tinham modelos diferentes e ocupava lugar imprescindível da hora do confronto direto.

Observando toda essa gama de peças e instrumentos dedicados à guerra, notamos que a preservação das terras e o temor das invasões certamente motivaram tamanho cuidado. No entanto, além das inseguranças de um tempo, a tecnologia bélica medieval é uma prova viva de como esse longo período também contou com a inventividade dos artesãos e cavaleiros envolvidos com essa arriscada tarefa.


Fonte: http://guerras.brasilescola.com/idade-media/as-armas-medievais.htm